Seis princípios para adoção da Computação nas Nuvens

Eliminar supervisão e governança das decisões de Computação nas Nuvens pode criar risco significativo para as organizações, efetivamente comprometer os benefícios da mudança para a nuvem e, ao mesmo tempo, criar sérios problemas para as organizações.

Somente através da boa governança e da gestão da Computação nas Nuvens que se pode atingir o seu potencial para as organizações. Para ajudar as empresas a gerenciar os pontos de pressão potenciais, que começam a vir à tona, quando as estratégias de computação em nuvem divergem internamente, desde serviços de TI ou tradicionais arranjos terceirizados, destaco seis princípios básicos:

  • Ativação: Planeje-se para a Computação nas Nuvens como um facilitador estratégico, no lugar de um arranjo de terceirização ou plataforma técnica.
  • Custo / benefício: Avalie os benefícios da aquisição da Nuvem baseados em uma compreensão completa dos custos da Nuvem, comparados aos custos de outras soluções de negócios estruturadas em tecnologia.
  • Risco da empresa: Tenha uma perspectiva de gerenciamento de riscos empresariais (ERM) para gerenciar a adoção e utilização da Nuvem.
  • Capacidade: Integre a extensão total de recursos que os provedores de Nuvem oferecem com seus recursos internos, para fornecer um suporte técnico e abrangente da solução.
  • Responsabilidade: Gerencie responsabilidades, definindo claramente as responsabilidades internas e do provedor.
  • Confiança: Faça com que a confiança seja parte essencial das Soluções de Computação nas Nuvens, desenvolvendo a confiança em todos os processos de negócios que dependem da Computação nas Nuvens.

“Computação nas Nuvens representa uma oportunidade única para as empresas e é particularmente um divisor de águas para pequenas e médias empresas, porque a sua disponibilidade de infraestrutura significa que a tecnologia não é o diferenciador do mercado que tem sido no passado”, disse Ramsés Gallego, CISM, CGEIT., membro da ISACA Orientação e Comitê de Práticas e estrategista de segurança e evangelista para a Quest Software. ”Estes princípios irão permitir às empresas conhecer o valor que a nuvem pode proporcionar e garantir que os usuários internos e externos possam confiar nestas Soluções.”

Conhecimento e Colaboração

Conhecimento e Colaboração

O maior poder de uma plataforma como o Microsoft Dynamics CRM é o conhecimento comum através do compartilhamento de idéias, necessidades e soluções.

Hoje conseguimos muitas informações em qualquer ferramenta de busca ou blogs da categoria, mas podemos sim personalizar para nossas necessidades locais. Sabemos que ainda existem diversas barreiras culturais a serem quebradas, com relação as estratégias corporativas de relacionamento com clientes, mas se não compartilharmos nossas necesssidades e questionamentos, não conseguiremos amadurecer.

Colocar uma solução automatizada em uma empresa sem maturidade, nem processos alinhados a estratégia coroporativa, é grantia de insatisfação e falha na implantação.

http://youtu.be/xEE_RJPKPM8

Vamos lá, este é o momento, ainda há tempo de se organizar e atuar de forma inteligente.

YES quer dizer SIM

- F. Bonifácio

Novidades no Microsoft Dynamics CRM 2011

A Microsoft anunciou hoje o que está incluido na nova atualização do Microsoft Dynamics CRM 2011. Espera-se que este update (R8) esteja disponível ainda neste segundo trimestre de 2012, e inclui seis temas: Mobilidade, Flexibilidade de Navegador, Social, Templates, SQL Server 2012, Certificações.

Mobilidade

A Microsoft estará lançando um novo produto: O Microsoft Dynamics CRM Mobile, que permitirá o acesso ao CRM Online, com o Internet-facing deployment, em até 3 dispositivos por usuário. Haverão clientes nativos (suporte offline), na maioria das plataformas: Windows Phone 7.5, iPhone & iPad, Android, BlackBerry.

Flexibilidade de Navegador

A Microsoft finalmente resolveu a questão de compatibilidade de suporte a multi-browsers. Assim que esta atualização estiver instalada, você poderá acessar o CRm através dos seguintes navegadores: Internet Explorer 7 ou superior no Windows 7, Vista e XP; Safari 5.1.1 ou superior no Mac OS-X ou iOS5 ;Firefox 6 ou superior no Windows 7, Vista e XP ou Mac OS-X ou iOS5; Chrome 13 ou superior Windows 7, Vista e XP.

Melhorias no Alimentador de Atividades Sociais (Activity Feed)

Na atualização de Nov 2011 (codename “R7″), a Microsoft lançou a função de Activity Feeds, com funções sociais para o CRM 2011. O R8 inclui uma serie de melhorias ao Activity Feeds: gosto/não gosto, filtros (e.g. @eu, tipos de arquivos que eu sigo, visão de registros), e atualizou os feeds de atividades para Windows Phone 7.5.

Templates para Setores

Desenvolvidos através dos parceiros Microsoft e seu prórpio time de consultores, o Dynamics Labs estará apresentando vários templates setoriais, no Dynamics Marketplace. Os primeiros são: Gestão de Saúde, ONG, Venda de Planos de Saúde, e Gerenciamento de Relacionamento para Saúde. Estes templates incluem, customizações do modelo de dados, painéis (dashboards), fluxos de trabalho e dados de exemplo. Eles foram desenvolvidos para ajudar os clientes nestes setores, a visualizar como o Dynamics CRM pode ajudar seus negócios, e acelerar as implementações sem precisar de um pacote completo de um produto específico para este setor.

SQL Server 2012

Os data centers da Microsoft já estão atualizados para o SQL Server 2012. Haverão também, algumas funções específicas do CRM para SQL SErver 2012. Por exemplo: melhoria de performance e recuperação de banco de dados, modelos Power Pivot, relatórios Power View e relatórios animados.

Certifications

A Microsoft tem trabalhado duro nos últimos anos para garantir que seus data centers e o Microsoft Dynamics CRM Online estejam certificados pelos padrões mais importantes, incluindo: ISO27001, SAS 70 Type II, SOX, SSAE 16 SOC1, Safe Harbor, Data Processing Agreement, EU Model Clauses e HIPAA compliance.

Veja mais no R8 Release Preview Guide do website do Microsoft Dynamics CRM (em inglês): http://crmpublish.blob.core.windows.net/docs/ReleasePreviewGuide.pdf

YES quer dizer SIM

- F. Bonifácio

Chief Customer Officers: você ainda vai ter que trabalhar com um deles

A nova função é a resposta direta ao instinto de sobrevivência das empresas em se adaptarem à rápida mudança dos mercados e aos novos desafios e oportunidades gerados pela chegada das novas tecnologias.

Por José Luis Viegas Calheiros *

Publicada em 10 de janeiro de 2012 às 08h32

http://cio.uol.com.br/gestao/2012/01/10/chief-customer-officer-voce-ainda-vai-ter-que-trabalhar-com-um-deles/

 

Nos últimos anos, os Chief Customer Officers (CCO) surgiram em várias empresas como o ponto central de tudo o que envolve “satisfação do cliente”. A razão é que o negócio global está crescendo a um ritmo mais acelerado que nunca, e o surgimento do CCO é a resposta direta ao instinto de sobrevivência das empresas em se adaptarem à rápida mudança dos mercados e aos novos desafios e oportunidades gerados pelas maiores expectativas dos clientes e à chegada das novas tecnologias. Em um mundo modelado pela interação digital, a preparação e o sucesso dos negócios dependem da reação astuta e a tempo (muitas vezes inspirada) à evolução das necessidades do mercado e dos clientes. Antecipar e adaptar as organizações para “sobreviverem” às ameaças aos níveis de serviço e explorarem rapidamente novas e potenciais oportunidades de ganhar novos clientes são as prioridades dos CCO.

Faça os clientes felizes, ou considere-se perdido

A procura pela felicidade do cliente não é extraordinariamente complexa, mas tem as suas dificuldades tecnológicas. Por exemplo, muitas organizações desconhecem as interações que têm com os clientes existentes, pois estão muito ocupadas tentando ampliar a sua quota de mercado. Colocando isto no contexto, o fluxo dos avanços das TI e os resultados da convergência tecnológica estão gerando muitas inovações a nível de produtos e de serviços. Contudo, estes avanços tecnológicos são quase sempre acompanhados por aumentos exponenciais em termos de complexidade. Este é um dos maiores paradoxos da era da informação. Confunde muitas das maiores empresas do Mundo e provou ser incrivelmente caro para muitas delas.

O problema é agravado porque as empresas usam as novas tecnologias e juntam as suas novas capacidades com o que já têm, em vez de acabarem com os investimentos existentes – por razões pragmáticas (não apenas econômicas). Infelizmente, isto resulta num labirinto de tecnologias novas e tradicionais; que continuam a evoluir e a apresentar desafios únicos. Muitos destes desafios estão dentro do domínio do CIO, mas também são fulcrais para a satisfação do cliente. Como tal, fazem parte da agenda do CCO.

Construir o futuro nas areias do tempo

Quando os grandes negócios eram feitos só de tijolos, argamassa e mainframe, o serviço ao cliente era facilmente controlado. Nos ambientes atuais, que são altamente distribuídos, podem surgir desafios de qualquer parte da cadeia de serviços, que envolve Cloud, MSPs e Datacenters virtuais; JAVA, .NET, Web Services, SOA e WOA, e todas as outras tecnologias anteriores.

Alguns problemas de satisfação dos clientes que ocorreram em grandes instituições financeiras ilustram claramente este ponto. Áreas importantes de um banco de renome sofreram graves problemas de degradação do serviço sem qualquer aviso prévio, e o elevado grau e complexidade do serviço em causa originou grandes atrasos na identificação da origem do problema. O alastrar da degradação do serviço e a insatisfação dos clientes custaram milhões ao banco. A disponibilidade e performance de partes do sistema subjacente foram monitorizadas, mas não existia nenhuma correlação ou coordenação para transformar as métricas díspares em informação pertinente para a determinação da qualidade do serviço.

Como esperado, e depois de recuperarem deste acontecimento, foram colocados em vigor os devidos controles e equilíbrios, no entanto, apenas podemos imaginar o impacto real que estes fatores tiveram na confiança dos clientes.

Todos precisam!

É claro o preço por não conseguir assegurar uma experiência de alta qualidade por parte dos clientes nos serviços existentes, e existem poucos argumentos para defenderem a organização de não tomar as medidas necessárias. Contudo, a maior consideração é desenvolver novos produtos e serviços que consigam abarcar simultaneamente as arquiteturas passadas, presentes e futuras tendências. O preço de não o conseguir (pois não é possível libertar recursos das operações defensivas) é o insucesso do negócio.

As empresas que não possuem uma boa visão dos seus ambientes de serviço ao cliente vão sofrer à medida que situações críticas vão continuar a comprometer e a impactar na experiência dos clientes. A infraestrutura tecnológica existente que sustenta os seus serviços está além da sua capacidade humana, e está se tornando ainda mais complexa. As equipes de TI estão debaixo de uma pressão incrível para reduzir os custos operacionais, otimizar recursos e fornecer novos serviços de forma mais rápida – tudo enquanto têm de tomar decisões bem informadas, sem colocar em risco a performance do serviço.

Quer as empresas continuem pelo caminho da conectividade na Cloud ou criem empresas centradas na Cloud, a fragilidade do serviço continua a estar patente nos sistemas físicos, virtuais e na nuvem. À medida que o fornecimento de serviços evolui e acelera para um futuro baseado em plataformas virtuais e redes wireless, os avanços que as empresas atingem vão continuar a redefinir tudo. As organizações que simplesmente vão continuar a fazer o mesmo para reter os clientes vão ter dificuldades para se manter na nuvem móvel. A visão estratégica e a orientação dada pelo CCO será vital para a sobrevivência e crescimento. Por outro lado, o investimento em uma solução de Gestão de Disponibilidade certamente melhorará a visão do CCO e permitirá ao mesmo tomar ações decisivas para sobreviver a ameaças ou tirar partido das oportunidades.

YES Quer Dizer SIM

- F. Bonifácio

 

Mande Dinheiro para Amigos pelo Facebook – Novo Aplicativo Paypal p/ Facebook

Pagamentos sociais estão dando um salto gigante para a frente. PayPal lançou um aplicativo do Facebook que permite enviar dinheiro a amigos.

“O PayPal e a Infra-estrutura do Facebook já fundiram”, Anuj Nayar do PayPal diz: “Esta é outra maneira de personalizar o ato de dar dinheiro.” – anotem meu Facebook (Fábio Bonifácio)- a quantia é livre … kkkkkk

O aplicativo, intitulado simplesmente Send Money, é tão simples como o seu nome. Você tem a opção de mandar qualquer um ecard com dinheiro ouapenas dinheiro, sem cartão. Você seleciona um cartão, escolhe um amigo para enviá-lo, e em seguida selecione a quantidade de dinheiro para enviar.

Embora existam várias maneiras de pagar com PayPal via Facebook, este é o primeiro aplicativo para habilitar pagamentos diretos (ponto a ponto)  através do PayPal e Facebook. E como é uma transação direta (ponto a ponto) , não há taxa de transação, embora os limites normais do PayPal e taxas internacionais ainda se apliquem.

“O envio de dinheiro, pessoa a pessoa, é livre”, falou JB Coutinho, Produtor Senior de Marketing da PayPal. ”Se é financiado por um saldo PayPal ou vinculado a uma conta bancária, é grátis.”

E, embora o aspecto principal do aplicativo Send Money seja a habilitação de transações através da maior rede social do mundo, o sentido de ecard está sendo enfatizado também. O PayPal foi rápido em apontar que mais de 500 milhões de ecards são enviadas a cada ano, e é por isso que o PayPal oferece dezenas de opções para tudo, de presente de aniversário a qualquer presente.



Podemos ver o app realmente decolando. Os usuários que vêem no Facebook que é aniversário de um amigo, podem rapidamente ativar o aplicativo e enviar um cartão e algum dinheiro em poucos minutos. É um grande passo para a realização de pagamentos sociais uma realidade.

Fonte: www.mashable.com

Vai lá: https://apps.facebook.com/paypal_sendmoney/

YES quer dizer SIM

- F. Bonifácio

Adoção de Cloud está em Alta

Estudo da Avanade, realizado em 18 países, mostra que 59% das empresas brasileiras têm projetos para nuvem privada, ante 43% da média mundial.

Os projetos para processamento em nuvem privada estão           mais avançados no Brasil que em outros mercados, revela         um estudo global realizado pela Avanade, joint venture               formada entre Microsoft e Accenture. De acordo com o               relatório, 59% dos CIOs brasileiros têm iniciativas nessa             área ante a média mundial, que ficou em 43%.

   Os resultados são contrários aos que o Gartner divulgou            esta semana durante a VIII Conferência de Outsourcing,           realizada em São Paulo, que mostra que os executivos do         Brasil são os mais atrasados na adoção desse modelo.
A Avanade entrevistou 573 companhias de grande porte entre março e abril deste ano em 18 países da América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia-Pacífico. O único país participante da América Latina foi o Brasil, onde foram abordadas aproximadamente 40 empresas.  O objetivo do levantamento era medir o interesse e o nível de adoção do modelo de cloud computing. Foram ouvidos executivos do alto escalão tomadores de decisão como CEO, CIO e CFO.

Outra constatação do estudo que coloca o Brasil na frente é em relação ao aumento dos investimentos em TI para o próximo ano. Entre os executivos entrevistados no País, 81% disseram que pretendem ampliar os gastos com tecnologia, enquanto que esse índice mundial ficou em 55%. Parte dos recursos vai para cloud computing e soluções de segurança. (ESPERO QUE SEJA MESMO – ESTÁ MAIS QUE NA HORA).

Para o diretor de tecnologia da Avanade, Hamilton Berteli, que conduziu o estudo, a intenção dos gestores brasileiros gastarem mais em tecnologia que seus pares globais justifica-se pelo momento favorável do País. “O Brasil está se tornando a estrela da economia mundial e precisa investir em TI para alavancar o seu crescimento”, acredita o executivo.

Apesar das confusões geradas no mercado sobre as duas formas de uso de cloud computing, 78% dos entrevistados brasileiros disseram que conhecem bem o que é um serviço privado. Outros 72% mencionaram este modelo como parte de sua estratégia de TI, o qual já foi adotado por quase 60% deles.

Ao serem questionados sobre fatores que estão estimulando as empresas brasileiras a investiram em aplicações na nuvem, os executivos mencionaram três razões: mais flexibilidade, maior facilidade para colaboração e eficiência (OLHA AÍ).

Entre as aplicações mais contratadas pelas empresas brasileiras no modelo de cloud através de provedores comerciais estão as de email, com participação de 69%;  ferramentas para apresentação e processadores de texto (50%); e soluções de Customer Relationship Management (CRM) – (confira mais: http://crm.dynamics.com/pt-br)

Queda de braços com áreas de negócios

Outra revelação do estudo da Avanade é a de que os CIOs estão enfrentando uma queda de braço com os executivos das áreas de negócios por causa da facilidade de contratação dos serviços na nuvem.

Uma em cada cinco empresas registra compra desse serviço sem consultar a TI (Que TI? Não se fizer parte da estratégia corporativa)


“As áreas de negócios alegam que a TI(novamente – que TI?) é lenta em dar respostas às demandas da empresas e acham que a contratação direta é o caminho mais rápido para ter o serviço”, constata Berteli. Ele afirma que, no Brasil, quatro em cada cinco empresas não têm políticas para punir executivos que fazem esses contratos sem controle. “A maioria dá apenas uma advertência para os que tomam decisão sem consultar a TI”, enfatiza

…pois é, não resolve

Como consequência disso, uma em cada três implantações de cloud computing no Brasil precisa ser revista por não levar em consideração os aspectos de segurança. Como as áreas de negócios não conhecem regulamentações nem as normas de proteção, os projetos colocam dados sensíveis em risco.

YES quer dizer SIM – colaboração: Computerworld

- F. Bonifácio


Robotz no meu BLOG

Robotz no meu Blog
by: bonifaicofn

http://www.xtranormal.com/watch/12668131/robotz-no-meu-blog

Invadiram meu Blog

Achei isto navegando por aí!!! Você faz seu vídeo, escolhe o cenário e os atores (robos). Digita e pronto.

O site é o XTRANORMAL.COM

Mídia Social – DICAS IMPORTANTES

O grande negócio na implantação de uma estratégia corporativa que inclui mídia social é que as pessoas tendem a confundir Estratégia e Tática.

Estratégia:  A palavra vem do grego antigo stratègós (de stratos, “exército”, e ago, “liderança” ou “comando” tendo significado inicialmente “a arte do general”) – É simplesmente quando você tem um plano para atingir algum objetivo. Do começo ao fim, se você está  preparado e focado em seu plano, isso é ter uma estratégia.

Tática (<grego taktiké ou téchne = arte de manobrar [tropas])  - Aqui estão as tarefas, sequência de ações e agenda específicas que serão aplicadas para que você ponha em prática a sua estratégia. Para mais de uma estratégia, poderão existir mais de uma tática pra cada.

Então, para começar com mídias sociais na empresa, existem alguns passos extremamente importantes:

  1. Faça muita pesquisa: Mashable, Slideshare,  Youtube, noteandpoint.com, etc
  2. Saiba dos fatos:  cuidado para não se tornar irrelevante – saiba dos trends, quantas pessoas circulam por cada rede, como eles gastam tempo, e em que momento – o futuro da mídia social, Estatísticas, etc
  3. Faça as perguntas certas: Porque social? O que espero ganhar com este envolvimento? Onde começar? Que plataformas devo usar? O que procuro alcançar?
  4. Responda as perguntas e planeje a sua estratégia.
É importante portanto, lembrar que, Facebook, Twitter, vem e vão (apesar de ser muito difícil de acontecer tão cedo), mas o impacto da sua mensagem nos consumidores e clientes tem longa duração. Bastante atenção com tudo que se diz, tudo que se faz, e ainda mais, tudo que não se diz, e tudo que não se faz. Lembrando que TUDO SE COMUNICA!
São conversas, não campanhas…seus clientes são pessoas, antes de mais nada. A ideia é converter interações e sentimentos em negócios, através da criação de comunidades.
Dicas:
  1. Postar como amigo, não como marca;
  2. Navegue diariamente em portais de conteúdo e novidades como o Google Reader, por exemplo;
  3. Compartilhamento VELOZ é importante.
  4. Mantenha os olhos abertos, a informação que você toma conhecimento, normalmente já expirou…antecipe-se.
  5. Analise a relevância de quem comenta, ou critica.
No mais, atraia o máximo de seguidores possíveis, mas cuide dos mesmos com bastante cautela, atenção, respeito e eficiência!!
Com a colaboração de Stavros Kontaktsis em How to Become a Social Media Rockstar
YES quer dizer SIM
- F. Bonifácio

 

 

Computação nas Nuvens

Estar em nuvem não é só colocar os dados em um servidor que não se sabe onde está, nem com quem divide capacidades de memória ou armazenamento.

Para Cibele Fonseca, gerente de Tecnologia da Informação da Construtora Andrade Gutierrez, Cloud Computing tem a ver com o cumprimento de três indicadores: disponibilidade, capacidade e desempenho na entrega de soluções e informações. “É isso o que interessa para o cliente final.”

Dentre os grandes desafios, se destacam:

  1. Privacidade
  2. Confiabilidade
  3. Disponibilidade

Marcelo Ribeiro, CIO da Catho Online, concorda. “Estar em nuvem é ter um dado acessível independentemente do local em que ele esteja hospedado. O importante é o dado estar disponível com boa performance”.

Muito mais pragmático, André Santos, diretor de TI e produtos da Predicta, diz que cloud não é novidade. “Cloud existe há 70 anos: o mainframe era exatamente isso”, dispara. “Software como serviço também existe há anos.

Além da questão de disponibilidade com transparência, a “nuvem” pode facilitar o atendimento a novas demandas de clientes – internos ou externos.  É nesse momento que a Tecnologia da Informação atuará como ativo estratégico, apresentando soluções voltadas para colaboração e produtividade.

A computação em nuvem também permite que a empresa adote uma nova aplicação sem precisar fazer altos investimentos em sua implantação.

Porém, além de tudo, é importante destacar que há muito fornecedor vendendo soluções como cloud, quando na verdade estamos falando em arquitetura, e ainda há muito a se esclarecer sobre a”nuvem” para fornecedores e também usuários finais.

YES quer dizer SIM

- F. Bonifácio

Leve o iPad para aula

Esse vai no rapidinho, sem muito tempo para postar, mas ctrl c, ctrl v ajuda. - F. Bonifácio

“Tem que levar para a aula e efetivamente usar o seu iPad como instrumento para estudar, ok? Essa é a conclusão preliminar de um estudo em andamento feito pela Abilene Christian University (ACU), nos Estados Unidos. Eles compararam  estudantes que utilizam o tablet da Apple com estudantes que adotam o bom e velho caderno de papel.

Resultado: o aprendizado de quem utiliza o iPad está bem acima dos demais.

O programa ACU Connected verificou que o nível de transferência de informação é 25% maior  entre os universitários que levam o iPad para a aula. O aumento no aprendizado foi considerado positivo pelos estudiosos, que falam especificamente em alunos que utilizam o tablet da maçã para fazer anotações durante as aulas.

Em outro estudo, dessa vez com as aulas ministradas por meio de dispositivos eletrônicos (ou seja, que não dependem do tradicional cuspe e giz), verificou-se 95% de satisfação entre os estudantes que usam o iPad para acompanhar os estudos. Os pesquisadores afirmam que os universitários fazem uso melhor de seu tempo quando apelam para o iPad na hora de cursar as disciplinas à distância.”

Thassius Veloso, 19/09/2011 às 17h16 em Tecnoblog, Diário Tecnológico: http://tecnoblog.net/77363/ipad-educacao-sala-de-aula/

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